sábado, 12 de maio de 2012

Camarões ao Açafrão e Arroz Negro


Depois de tantas comemorações do aniversário do meu marido na última semana (às vezes penso que ele é um Indiano...), me dei conta de que não tínhamos feito nada só nós dois... E sexta-feira pareceu a ocasião perfeita para um jantar romântico. Sempre achei que o Arroz Negro fosse um ingrediente difícil de se encontrar... E quando me deparei com uma caixinha da La Pastina, não resisti. Agora só faltava decidir o que preparar para acompanhar (ou seria o contrário???). Decidi-me por comprar meia dúzia de camarões rosas e enormes (na feira com a minha simpática japonesa), e preparar um molho bem delicado com o Açafrão maravilhoso que minha madrinha/tia Lucinha me trouxe recentemente de presente de viagem à Índia. Perfeito. Ficou até com cara de restaurante!

 Arroz Negro
1 e 1/2 xícara de arroz negro
1 cebola pequena
1 colher (sopa) de manteiga
1/2 xícara de vodka
Caldo de camarão
Sal

De acordo com a caixinha da La Pastina (La Pastina sabe tudo!), o arroz negro é originário da China e tem sido cultivado há mais de 4 mil anos. Já foi chamado de "Arroz Proibido" - uma vez que só podia ser consumido pelo Imperador, restando aos seus súditos apenas a sua produção. Um arroz de grão curto e levemente arredondado, com sabor e aroma de castanhas, levemente amanteigado e coloração preta - é também um arroz selvagem e, portanto, bem mais "duro" que o arroz branco comum. O arroz negro tem 20% a mais de proteína, 30% a mais de fibra, menos gordura e menor valor calórico mesmo que o arroz integral. Muito apreciado pelos gourmets e de quebra, tem fama de ser afrodisíaco!

Para preparar o arroz negro, você utilizará um processo intermediário ao do preparo de um risoto e o de um arroz comum. Como o grão é bastante resistente ao cozimento, deixe o arroz de molho por cerca de 2 horas antes de preparar. Reserve a água (preta como piche!) e a Utilize para dissolver o caldo de camarão. Mantenha fervendo. Refogue a cebola picadinha em metade da manteiga. Junte o arroz, selando-o levemente, e acrescente a vodka (ou vinho branco, caso prefira). Deixe evaporar completamente, mexendo sempre. Acrescente duas conchas de caldo (o suficiente para cobrir o arroz) e tampe a panela. Repita este procedimento até que o arroz esteja al dente. Desligue o fogo e junte o restante da manteiga (é ela que dá brilho ao arroz). Deixe a panela fechada para o arroz secar. Verifique o sal. Sirva imediatamente. 

Molho de Açafrão

1/2 cebola roxa picada
1/2 colher (sopa) de manteiga
1 xícara de creme de leite fresco
6 estigmas de açafrão
Sal

Doure a cebola na manteiga. Junte o creme de leite, mexendo sempre, e cozinhe até que o molho ferva e a coloração se torne levemente amarela. Acrescente o açafrão e experimente o sal, mexendo sempre. Para preparar o camarão (que é o último da fila), coloque um pouco de manteiga em uma frigideira grande e disponha os camarões. Tempere com sal e pimenta do reino. Vire os camarões e repita do procedimento. O camarão só deve ser frito levemente. 

Mousse Salgada de Abacate


Mousse Salgada de Abacate

2 1/2 xícaras de abacate em pedaços
1 cebola média em pedaços
2 xícaras de maionese
1 pacote de gelatina incolor
suco de 1/2 limão
1/2 colher (café) de pimenta do reino
1 colher (café) de sal
1 xícara de salsinha

Bata o abacate, a cebola a maionese e o suco de limão no liquidificador. Acrescente a gelatina (preparada conforma as instruções da embalagem) e pulse mais uma vez. Tempere com sal e pimenta e verifique. Acrescente a salsinha, reservando uma parte para decorar. Coloque em uma forma de tubo (daquelas para pudim), untando levemente com óleo ou azeite. Leve à geladeira por pelo menos 4 horas até firmar. Desenforme e sirva com uma salada e um molho vinagrete. Decore com o restante da salsinha. Uma delícia e tão fácil de preparar quanto a Mousse de Atum. Parece uma guacamole! Eu usei o abacate "avocado", que estava lindo e pediu para que eu o levasse para casa, mas você pode também usar o abacate comum.

Caldo de Camarões


Depois de preparar o meu primeiro caldo, o Caldo de Legumes, tomei coragem... e eis o resultado (que está parecendo uma poção dos Ursinhos Gummy neste vidro!). Fui comprar uns camarões na feira para o jantar de sexta-feira - mais uma comemoração do aniversário do meu marido (e não foram poucas), e pedi para limpar os camarões, deixar os rabinhos e separar para mim as cascas e as cabeças. A resposta: - Igual restaurante? Isso mesmo. Eu hoje vou preparar um caldo! O caldo fez toda a diferença no preparo do arroz negro do próximo post... e vou usar para fazer Risoto de Frutos do Mar, Paella... Arroz de Polvo. Enfim. Foram 2 horas que valeram a pena. Vamos a receita!

Caldo de Camarões

6 cabeças e cascas de camarão
2 tomates
2 cebolas
1 maço de folhas de Sálvia
Alguns raminhos de Dill
Lascas de Gengibre
6 grãos de pimenta do reino
Sal

Coloque todos os ingredientes em uma panela grande cheia de água. Cozinhe por 2 horas, mexendo de vez em quando, até reduzir. Coe todos os ingredientes e descarte. Espere o caldo esfriar, coloque em uma forma de gelo e leve ao congelador. O caldo pode ser usado, desta forma, por um período de até 6 meses. Um cubinho ou dois (já que o caldo é bem concentrado) equivalem a um tablete de caldo daqueles prontos. Faz toda a diferença! mais que recomendo!

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Sopa de Abóbora e Gengibre


Aproveitei o friozinho de ontem a noite para fazer a primeira sopa do ano... e que delícia. Já postei a receita de uma sopa de abóbora aqui no blog - mas garanto que o gengibre desta faz toda a diferença. Ficou muito mais leve. Deu até para acompanhar com um pouquinho de bacon! A abóbora que usei foi a Abóbora seca. Fiquei curiosa e fui buscar aprender na internet os diferentes tipos de abóbora existentes no Brasil. Depois da receita uma imagem e uma breve descrição de cada tipo de abóbora. Sabe o que eu descobri também? Que as abóboras são da mesma família do melão e do pepino. Ah... Fez todo o sentido do mundo!

Sopa de Abóbora e Gengibre

1 pedaço grande de abóbora seca
6 fatias de gengibre
1 colher (sopa) de azeite
1 dente de alho amassado
1 xícara de creme de leite fresco
1 colher (sopa) de requeijão
Sal
Pimenta do reino

Coloque a abóbora, cortada em pedaços grandes e com casca, em uma panela de pressão coberta por água. Cozinhe por aproximadamente 40 minutos. Retire a casca. Junte as fatias de gengibre e bata no liquidificador (ou use mixer e obtenha a mesma textura na panela mesmo). Refogue o alho amassado no azeite e acrescente à mistura. Cozinhe por alguns minutos em uma panela grande até borbulhar. Antes de servir misture o creme de leite e o requeijão, misturando bem. Acerte o sal e a pimenta e sirva acompanhado por bacon torradinho ou por alguma erva da sua preferência (tipo salsinha).

Sobre as abóboras: (informações retiradas do site do Dr. Deo Freitas)



ABÓBORA DE PESCOÇO ou ABÓBORA SECA é a mais comum no Brasil e a maior, chegando a pesar até 15kg. É alaranjada, tem textura fibrosa e é mais úmida. Pode ser utilizados em pratos doces, salgados, bolos e massa de pão. Pode ser consumida crua, ralada fina, em saladas. Melhor época de janeiro a outubro.

MINI MORANGA integra um conjunto de espécies híbridas pequenas, com vários formatos e cores, usadas para ornamentar arranjos e enfeites. Também serve de recipiente para porções individuais de receitas diversas. Melhor época: de fevereiro a maio.


PAULISTA na verdade é uma abóbora seca colhida precocemente, idêntica à menina brasileira, só que o seu tamanho não passa de 1,5kg. Também pode ser usada em sopas, refogados e doces variados. Melhor época de julho a setembro.


MORANGA tem o gosto mais delicado e a consistência menos densa. Sua polpa alaranjada é utilizada em refogados e sopas e a sua casca é um ótimo recipiente para sopas ou o conhecido Camarão na Moranga. Melhor época para compra: de fevereiro a maio.


BRASILEIRINHA apresenta uma casca verde e amarela. Pode ser consumida antes de amadurecer, em refogados, quando apresenta uma polpa verde, ou madura, já com o interior alaranjado.


ITALIANA a mais famosa. Pode ser recheada, refogada, grelhada ou consumida em sopas, cruas ou cozida no vapor. Melhor época: de junho a janeiro.


ABOBRINHA-MENINA-BRASILEIRA esta variedade fica ótima em refogados. Melhor época de outubro a julho.


JAPONESA, CABOTIÁ ou CABOTIAN é bem mais consistente e menos úmida, é híbrida da abóbora seca e da moranga e originária do Japão. Esta abóbora tem um sabor delicado, ideal e bastante usada principalmente na preparação de pratos salgados como purês, cremes, recheios e nhoque. Melhor época: de janeiro a novembro.


ABÓBORA DO CAMPO tem o formato de uma pêra imensa, com numerosas sementes. A polpa é alaranjada com sabor mais doce e um requisitado ingrediente para fazer doces, pães e bolos.


ESPAGUETE é também chamada de gília é uma abóbora com um alaranjado mais pálido e que, depois de cozida, a sua polpa se separa como se fosse longos fios de espaguete. Muito usada em pratos salgados.


ABOBRINHA-LIBANESA espécie híbrida que fica saborosa quando recheada, refogada ou cozida no vapor. Melhor época de junho a janeiro.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Panquecas de Ricota, Nozes e Sálvia


Panquecas de Picota, Nozes e Sálvia
(6 panquecas)

(massa)
2 ovos
2 colheres (sopa) de manteiga
1 xícara de leite
1 xícara de farinha
1/2 colher (chá) de fermento
1 pitada de sal

(recheio)
2 xícaras de ricota
1/2 xícara de nozes
1/2 xícara de creme de leite fresco
Sálvia
Sal e pimenta do reino

Coloque os ingredientes da massa no liquidificador e bata até homogeneizar. Esquente uma frigideira (não é preciso untar) e - uma de cada vez, prepare as panquecas usando 2 colheres de sopa da massa para cada uma. Distribua bem a massa pela frigideira. Doure os dois lados da panqueca. Reserve e prepare o recheio. Misture a ricota (amassada no garfo), as nozes (quebradinhas) e a sávia (picada). Tempere com sal e pimenta do reino moída na hora. Acrescente o creme de leite fresco. Recheie as panquecas com a pasta de ricota, faça rolinhos e distribua em uma assadeira. Aqueça no forno por alguns minutos e sirva quente com um pouquinho de manteiga. Mais fácil impossível e uma delícia!

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Crispy Salmon do Gordon Ramsay


Na última semana resolvi - finalmente - investir algumas horinhas no YouTube para ver as receitas do Gordon Ramsay e as do Jamie Oliver. Hummm. Acabei com uma fome incrível! E apaixonada pelo Gordon, claro. Jamie, você é muito bagunceiro para o meu gosto! Preparei a primeira receita neste final de semana com amigos na praia. Sim. Logo para 8 pessoas de uma vez! O Crispy Salmon. Eu adoro salmão, mas nunca tinha mantido a pele deste jeito. É saborosa. Ficou o próprio Salmon Skin. Para acompanhar uma salada quente de batatas. E viva o Gordon Ramsay!

Crispy Salmon

1 lombo de salmão inteiro, com pele
Muito azeite
Alguns raminhos de dill (endro)
Sal marinho

Segure a peça de salmão com uma das mãos, apertando-a um pouco para que fique mais alta. Faça pequenos cortes paralelos no sentido das espinhas do peixe, bem próximos uns dos outros, abrindo assim pequenas bolsas no lombo do peixe. Coloque as pedrinhas de sal e os ramos de dill dentro das bolsas abertas. Aqueça o azeite na frigideira. Coloque o peixe delicadamente no azeite com a pele para baixo. Movimente a frigideira para que o peixe não grude. Observe a lateral do peixe: quando 1/3 da lateral mudar de cor (o salmão fica mais esbranquiçado), vire de lado. Tempere este lado com sal, pimenta e dill. Observe novamente a lateral do peixe. Ele está pronto quando a lateral mudar inteiramente de cor. A sugestão de acompanhamento do Gordon Ramsay é uma salada quente de batatas. É só cozinhar as batatas, descascar, amassar levemente com um garfo... acrescentar salsinha e azeite, muito azeite. Pimenta, sal... Ele sugere carne de siri. Eu simplifiquei e coloquei uns tomatinhos picados. Delícia.



terça-feira, 1 de maio de 2012

Bolo de Chocolate


Este bolo é muito fácil de fazer... e aposto... digno de se tornar o "bolo de chocolate de cabeceira" de todas vocês! Já se tornou o meu: Não é muito doce, macio, e descompromissado. Nem precisa bater, e só suja uma panelinha! Basta deixá-lo sobre uma bancada e zaz! Ele desaparece em dois tempos... Ainda mais com esta calda! Adoro. A receita encontrei no blog Simplesmente Delícia (que, aliás, é uma eterna fonte de inspiração: parabéns Flávia Pantoja!). Eu preparei (juntamente com estes brigadeiros de colher) para comemorar o aniversário da Cintia. O blog está atrasado!!!

(massa)
200g de manteiga sem sal
150g de cacau em pó (peneirado)
250ml de água fria (filtrada)
500g de açúcar
2 ovos grandes
1 copo de iogurte natural (200g)
1 colher (sopa) de baunilha
300g de farinha de trigo
1 colher (chá) de bicarbonato de sódio
1 colher (chá) de canela em pó
1 pitada de sal 

Pré-aqueça o forno a 180ºC. Unte uma forma redonda de furo com manteiga e polvilhe com farinha. Reserve. Em uma panela grande, derreta a manteiga em fogo baixo. Junte o cacau peneirado e misture até diluir. Acrescente então a água, mexendo sempre, tomando o cuidado de não ferver. desligue e retire a panela do fogo. Junte o açúcar, o iogurte e a baunilha de uma vez. Mexa bem até obter um creme homogêneo (cuidado com o iogurte!). Acrescente então a farinha (eu sou a maníaca da peneira, então peneire tudo!), a canela, o bicarbonato e o sal. Entorne na forma e leve imediatamente ao forno. Asse por 45 minutos ao até que o bolo passe no teste do palito (espete o palito: ele deve sair sequinho!). Deixe esfriar fora do forno e desenforme. Passe uma faca nas laterais para garantir que o bolo solte completamente. Prepare a calda (Esta é uma calda que faço sempre de improviso, para comer com sorvete! É a primeira vez que tento calcular as medidas!).
(calda de chocolate)
150ml de leite
100g de chocolate meio amargo (barra)
1 colheres (sopa) de mel
3 colheres (sopa) de açúcar

Junte todos os ingredientes em uma panela e mexa até ferver. Jogue sobre o bolo enquanto estiver ainda quente. Esta calda é bem rala e ótima para cobrir bolos sem deixá-los muito doces! O bolo ficou uma delícia... pura gula!

terça-feira, 24 de abril de 2012

Eggs Benedict


Faz já algum tempo que eu esta com vontade de preparar estes ovos. Li em algum lugar que se você quer agradar alguém muito, mas muito mesmo, levar estes ovos na cama é uma ótima estratégia. Como o meu marido está gripado - e muito, levei estes ovos para ele, só que à noite! O importante é que o efeito foi o mesmo. Para preparar os ovos poché, usei estas dicas aqui. O presunto - para quem não gosta de presunto, como eu, só o Royale da Sadia, que é de outro departamento. Os muffins comprei no Santa Luzia depois de procurar em muitos outros lugares. Não se esqueçam: muffins não se cortam com faca, mas se abrem delicadamente com a ponta do garfo. Perfeito. Só falta a receita do molho!

Eggs Benedict

2 English muffins
4 ovos poché
150g de presunto
4 colheres (sopa) de molho holandaise

Abra os muffins com cuidado, com o auxílio de um garfo. Passe manteiga e reserve. Inicie o preparo do molho.

Molho Holandaise
2 gemas
2 colheres (sopa) de água gelada
100g de manteiga
1 colher (chá) de suco de limão
1 colher (sopa) de creme de leite
1 pitada de sal
1 pitada de pimenta cayena
Salsinha

Prepare uma frigideira ou panela rasa para cozinhar em banho-maria. Em um recipiente resistente ao calor, coloque as gemas e as colheres de água. Leve ao banho-maria. Misture delicadamente até obter um creme clarinho. Acrescente a manteiga (em temperatura ambiente) aos poucos, mexendo sempre, até obter uma consistência espessa. Adicione o limão, o sal e a pimenta, mexendo sempre, e finalize com o creme de leite. Mantenha aquecido até o momento de servir.

Pronto! Agora prepare os ovos poché (se for um especialista, a maneira tradicional leva a resultado mais interessantes!) e toste o English Muffin. Disponha sobre um prato aquecido as duas metades do muffin, duas fatias generosas de presunto, os ovos e uma colher farta de molho. Salpique com pimenta cayena e salsinha. Sirva na cama para o seu amor!





domingo, 22 de abril de 2012

Duo de Lulas Recheadas


Lulas recheadas são uma ótima idéia para a entrada de um almoço/jantar especial, e também para um prato principal caso resolva prepará-las no forno. Costumo fazer em casa as Lulas Recheadas com Shimeji (que continuam reinando absolutas!), mas hoje resolvi experimentar dos novos recheios: Provençal e Camarões. Ainda há um recheio na minha lista: Salmão e Cream Cheese. Mas este fica para outro dia! Acho importante dizer que as lulas (eu as compro na feira) são sofisticadas mas tem um ótimo preço. Foram o meu almoço neste domingo cinzento e com marido gripado!


 Duo de Lulas Recheadas

6 lulas limpas
1 colher (chá) de wasabi
1 colher (sopa) de azeite
2 cebolas pequenas
1 tomate
2 talos de alho poró
100g de camarão limpo
3 colheres (chá) de cream cheese

Inicie o preparo das lulas pelos recheios. 

Provençal: Separe as "perninhas" das lulas. Doure no azeite até que mudem de cor. Reserve e corte em pedaços menores. Na mesma frigideira, refogue no azeite a cebola e os tomates, cortados em cubinos e sem casca e sementes. Junte os tentáculos, coloque um pouco mais de azeite, e misture bem. Tempere com sal e pimenta. Reserve.
Camarão e Alho Poró: Limpe bem os camarões (eu usei camarões pequenos, mas não os Sete Barbas - cuja pesca está proibida nesta época do ano). Doure-os no azeite até que mudem de cor. Corte a parte branca do alho poró em rodelas finas. Refogue no azeite até as rodelas começarem a desmanchar. Junte os camarões, tempere com sal, pimenta e misture bem. Reserve.

Passe um pouco de wasabi na ponta dos dedos e esfregue pelo interior das lulas. Recheie 3 lulas com a ajuda de uma colher de chá com o primeiro recheio. Feche com um palito de dentes. Reserve. Para recehar o restante das lulas inicie com uma colher de crem cheese e proceda da mesma forma. Grelhe as lulas em uma frigideira pré-aquecida e untada com azeite por aproximadamente 5 minutos, virando-as de vez em quando. Sirva imediatamente com o recheio restante e, caso deseje, molho Teryiaki.

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Casquinha de Siri


Estas casquinhas de siri foram a entrada para o jantar descrito no post abaixo (jantar dos afilhados). Ficaram leves e saborosas! A minha inspiração foram as casquinhas preparadas pela minha cunhada Fernanda na última terça feira... que estavam deliciosas - mas com algumas adaptações. Eu não resisto! A apresentação com um pedacinho de limão e as pimentas Biquinho ficaram demais.

Casquinha de Siri

2 colheres (sopa) azeite
2 tomates 
1 cebola grande
500g de carne de siri
1 vidro de leite de coco
1 ciabatta pequena
2 ovos inteiros
3 colheres (sopa) de salsinha
Sal e pimenta do reino
3 colheres (sopa) de farinha de rosca
1 colher (sopa) de queijo parmesão ralado

Corte o pão em pedaços pequenos e deixe de molho no leite de coco. Pique a cebola em pedaços miúdos. Tire a pele e a semente e corte em cubinhos o tomate. Aqueça o azeite, doure a cebola e refogue os tomates. Junte a cerne de siri desfiada (e previamente descongelada) e cozinhe por aproximadamente 5 minutos. Junte o pão e o leite de coco, mexendo até homogeneizar. Acrescente as gemas e as claras batidas em neve, Verifique o tempero e desligue o fogo. Acrescente a salsinha. Coloque o preparado em casquinhas (aquelas conchas de plástico vendidas no supermercado) ou em qualquer recipiente individual que possuam. Polvilhe com farinha de rosca e queijo parmesão ralado. leve ao forno até gratinar. Sirva imediatamente com limão e a pimenta de sua preferência.


quinta-feira, 19 de abril de 2012

Jantar dos afilhados


Hoje recebemos nossos queridos amigos (padrinhos e afilhados!!!!) Chell e Ski para o jantar. Eles estão só de passagem... já que moram em Londres, então eu precisava mesmo caprichar.

Aperitivo: A receita da querida Joy Cury Mayer - o Catupity Gratinado com Alho e Azeite, na foto acima ( e que pretendo repetir muito!) Para preparar o Catupiry Gratinado, coloque um pacote de Catupity (de preferência light) em um recipiente pequeno, e tempere com azeite e alho frito. Leve ao forno para gratinar. Sirva em um rechaud para manter aquecido, com torradinhas finas. Garanto: O maior sucesso! Thanks, Joy! O próximo jantar é o de vocês!

Entrada: Casquinha de Siri (próximo post)

Prato Principal: Atum na Crosta de Panko que preparei outro dia, no almoço com as primas. Como era quinta-feira, tive que comprar o peixe às sete da manhã (antes de ir trabalhar) em uma feira fora do meu bairro. Valeu a pena! O japonês abriu o peixe na minha frente, me mostrou olhos e guelras e ainda, de quebra, me deu umas dicas de cortes. Abaixo, as fotos da finalização do prato - para que vocês vejam o sistema que eu utilizo nos jantares para mais de quatro pessoas!!! Muito divertido.



quarta-feira, 11 de abril de 2012

Salada de Cevadinha


Depois da Páscoa - ainda que nenhum grande exagero tenha sido cometido, sempre bate aquela culpa. O meu supermercado de segunda-feira foi repleto de folhas, legumes, frutas e grãos... E inspirada na salada feita pela Livia Groeninga (Livia, você é quem devia ter um blog!!!), preparei esta. Comprei também trigo e quinoa. Vamos ver como vai a minha criatividade! Ficou gostosa, leve e refrescante, por causa do pesto. Muito boa! Thanks, Livia. No próximo churrasco tentarei fazer a receita da cebola da sua cunha.

Salada de Cevadinha

1 xícara de cevadinha
4 xícaras de água
1 colher (café) de óleo
2 xícaras de manjericão
(1 maço inteiro)
2/3 de xícara de azeite
1 dente de alho
3 colheres (sopa) de queijo parmesão
12 avelãs sem casca
Sal e pimenta


Conforme as instruções contidas no pacote de cevadinha, lave os grãos, separe-os e deixe-os descansar de molho na água por pelo menos 2 horas. Escorra. Coloque-os em uma panela de pressão cobertos por 4 xícaras de água, o óleo e uma pitada de sal. Deixe cozinhar por aproximadamente 20 minutos, até que os grão fiquem macios. Lave os grãos com água gelada e reserve. Prepare o molho pesto em um processador de alimentos ou mortar juntando as folhas de manjericão, o azeite, o alho amassado, o queijo parmesão e as avelãs e misturando bem, até obter um molho. Reserve algumas avelãs e corte-as em pedaços maiores. Junte o molho e a cevadinha, misture bem. Leve à geladeira e sirva acompanhando uma carne ou com folhas, como uma salada.

domingo, 1 de abril de 2012

Ragú de Costela de Vaca


Já faz algum tempo dei início à "Saga dos Ragús". O primeiro deles foi um espécie de teste, o Ragú de Fraldinha - que ficou surpreendentemente gostoso. Eu precisava me preparar psicologicamente para o fazer segundo ragú, o Ragoût de Coelho, mas complicado um pouco. O primeiro servi com um fetuccine, o segundo com polenta. E não é que a vez do Ragú de Costela de Vaca - o mais temido dos ragús, finalmente chegou? A ocasião... o convite dos nossos amigos e afilhados Wolf e Renata para um Gnocchi da Fortuna (ou da Sorte) no último dia 29. Muito divertido! A massa, um gnocchi de mandioquinha, foi preparada pelo Wolf,  e o molho foi preparado por mim. Quando eu tentar fazer em casa este gnocchi, prometo colocar a receita no blog (deve ser em breve!).
O molho demorou tanto para ficar pronto, mas tanto... que tive que levá-lo em vários frascos até a casa dos nossos amigos e terminar o cozimento lá. Imaginem! Acho que foram umas 4 horas! Mas valeu a pena... a costela ficou mesmo desmanchando.

Ragú de Costela de Vaca

3 kg de costela de vaca
1 litro de vinho tinto seco
2 cenouras
8 talos de salsão
2 cebolas
2 colheres (sopa) de azeite
2 colheres (sopa) de farinha
10 mini cebolas
1 bouquet garni
2 latas de tomate pelado
1 litro de caldo de carne
Sal e Pimenta

Coloque as costelas em um recipiente bem grande, cubra-as com o vinho. Junte uma cebola cortada em rodelas grandes e 4 talos de salsão cortados em pedaços grandes, e deixe marinar, coberto com filme plástico, por pelo menos 4 horas. Retire as costelas, reserve o vinho e descarte os vegetais. Aqueça o azeite em um panela bem grande e doure todos os lados das costelas. Cubra-as com a farinha e leve a panela ao forno, destampada, até que a farinha doure. Refogue no azeite as cenouras (cortadas em cubinhos pequenos, ou brunoise, para ser chic), a cebola, e o restante dos talos de salsão, também cortados em brunoise e junte às costelas. Coloque todo o vinho na panela e o bouquet garni e leve ao fogo alto até reduzir o vinho. Junte uma concha de caldo a cada vez que for verificar o cozimento. O processo leva por volta de 4 horas caso você use uma panela comum, e cerca de 1 hora caso use uma panela de pressão (o que eu acabei fazendo ao final). Para finalizar, junte as cebolinhas (cozidas no vapor separadamente) e as latas de tomates pelados. Tempere com sal e pimenta. A costela está pronta quando os ossos se soltarem sozinhos da carne e você conseguir desfiá-la com um garfo.

quarta-feira, 28 de março de 2012

Chuchu Recheado da Vera


Quando eu ouvi pela primeira vez o meu marido pedindo para a mãe dele, a minha sogra Vera, preparar Chuchu para o jantar, logo pensei: isto não pode ser bom! Qual a minha surpresa? Fácil de preparar este chuchu pode acompanhar uma carne ou mesmo ser servido sozinho, como se fosse uma verdadeira iguaria! Acreditem!

Chuchú Recheado da Vera
3 chuchus
1 ovo
2 colheres (sopa) de queijo parmesão ralado
Sal
Pimenta do reino

Em uma panela grande coloque os chuchus com casca e tudo e cubra-os com água. Cozinhe por aproximadamente 40 minutos ou até que fiquem macios. Reserve. Corte  os chuchus ao meio e retire a parte branca e as sementes com o auxílio de uma colher ou boleador, fazendo uma cavidade redonda no maior lado do chuchu. Com a ajuda de um fuet bata levemente o ovo e acrescente o queijo ralado. Distribua a mistura pelos chuchus. Tempere com sal e pimenta. Leve ao forno pré-aquecido por mais 40 minutos. Sirva imediatamente!

terça-feira, 27 de março de 2012

Nuvem de Ovos



Há alguns dias vi no Facebook a fotografia destes ovos. Uma amiga disse que eram receita do Claude Troisgros... e lá fui eu procurar no oráculo... A Nuvem de Ovos, ou Oeuf en Nuage (muito mais chic!) é uma receita tradicional francesa - uma espécie de versão leve para os ovos fritos. Estes franceses adoram mesmo ovos! A receita tem algumas variações. Você pode, por exemplo, acrescentar queijo (parmesão, gruyère, ou qualquer outro da sua preferência) à clara em neve e deixar gratinar. Como foi a minha primeira tentativa, resolvi usar somente os ovos, sal e pimenta. A receita é muito simples, e a apresentação é linda. Impressiona naquele café da manhã que você leva na cama (como foi o meu caso), ou mesmo em um brunch para amigas queridas que você prepare em casa! Eu adorei! 

Oeuf en Nuage

2 ovos separados
1 pitadinha de sal
2 colheres (chá) de manteiga
Pimenta do reino moída na hora
Sal

Separe os ovos e reserve as gemas com cuidado para que não se rompam. Bata as claras em neve, junto com uma pitada de sal, até que formem picos. Sobre uma assadeira previamente untada, coloque as claras em neve com o auxílio de uma colher, uma de cada lado da assadeira, fazendo dois "montinhos" redondos (você pode com o auxílio de uma forma ou cortador deixar os ovos no formato que quiser). Faça uma pequena cavidade para a gema no meio de cada clara. Coloque uma gema sobre cada clara com cuidado. Tempere com sal e pimenta. Leve ao forno por aproximadamente 6 minutos. Caso prefira a gema mais durinha, ligue o grill do forno ou deixe assar por mais 2 minutos. Sirva com uma torrada quentinha e manteiga.


sábado, 17 de março de 2012

Atum na Crosta de Panko

Acho que acabo de fazer a descoberta do século: É a primeira vez que compro Panko - a tão comentada farinha de rosca japonesa. Impressionante. Vale cada grama. Mal posso esperar para preparar um camarão (minhas convidas para o almoço são ambas alérgicas, eis o motivo) empanado nesta farinha! Acho que meu marido vai adorar! O Panko é perfeito para um almoço rápido e sofisticado, como o que eu preparei hoje... Lulas Recheadas como entrada, Atum na Crosta de Panko como prato principal, e Tarte de Peras com Sorvete de Vanilla na sobremesa! Depois é só servir um cafézinho e esperar os elogios. Girls... Love to cook for you! Vamos à receita!

Atum na Crosta de Panko

1 peça de atum inteira
50g de Hondashi
1 ovo
1 colher (sopa) de azeite
1/2 xícara de Panko
Sal e pimenta do reino

Tempere o atum inteiro com o Hondashi, um pouco de sal, e pimenta do reino moída na hora. Passe o atum, levemente, sobre o ovo batido. Cubra a peça com uma camada de Panko. Aqueça o azeite. Coloque o atum empanado sobre na frigideira com cuidado. Sele a carne por alguns minutos, virando a peça até que a crosta esteja dourada por inteiro. Sirva o atum cortado em fatias altas imediatamente, coberto por molho Teryiaki.

Tarte de Peras



Ontem preparei Tortas de Palmito para congelar. A massa de iogurte se torna, a cada dia, a minha favorita! A medida sempre dá certo... Mas acho que por eu estar adquirindo cada vez mais prática ao abrir massas, tive uma enorme sobra. A solução foi preparar esta Torta de Peras Inventada. Perfeita para acompahar um sorvete de creme (Vanilla)...

Tarte Inventada de Peras
6 peras
1 colher (sopa) de azeite
1 punhado de uvas passas
1 xícara de granola
2 colheres (sopa) de açúcar
1/2 xícara de vinho branco

Coloque as peras descascadas (esta é a parte chata!) cobertas por água em uma panela pequena. Cozinhe até que as peras fiquem macias (aproximadamente 15 minutos). Retire da água e corte em fatias finas. Aqueça o azeite. Junte as peras e deixe dourar no azeite. Acrescente a granola, mexa, e enfim, o açúcar e o vinho. Deixe reduzir no fogo e reserve. Recheie a massa somente quando a mistura estiver fria. Pincele com um ovo e leve ao forno por 20 minutos. Sirva quente acompanhada de uma bola de sorvete de creme.

Lulas Recheadas




As Lulas Recheadas já foram um menu aqui no blog. Ainda assim, ficaram tão bonitas hoje como uma entrada para o almoço com as primas (Eleonora e Cathy), que eu resolvi publicar as fotos. Não ficaram lindas? Sem acompanhamento nenhum, como entradas de um almoço, ficaram perfeitas. O segredo é molho Teriyaki - que você pode fazer em grandes quantidades e deixar na geladeira, esperando o próximo peixinho. É só esquentar.


Molho Teryiaki
1 xícara de saquê licoroso
1 xícara de molho shoyo
(não pode ser o light - não funciona!)
3 colheres (sopa) de açúcar
Gengibre ralado
20g de Hondashi

Misture os ingredientes em uma panela pequena. Deixe ferver e desligue o fogo. Repita a operação diversas vezes, até que a mistura alcance o ponto de caramelo. O Molho Tarê (que quer dizer molho em japonês) e - mais propriamente, o molho Teryiaki, pode acompanhar peixes, cogumelos, camarão... É sempre bom ter um pouquinho pronto na geladeira!


sábado, 10 de março de 2012

Caldo de Legumes


Pois adivinhem o que eu decidi fazer com o restante dos meus legumes picados? O meu primeiro caldo feito em casa! Caldo de Legumes: O mais fácil de se preparar e, ainda, de quebra, o mais prático, pois pode ser usado em quase todas as receitas. Carnes, peixes, sopas. Básico. Básico. O primeiro que todo mundo deve tentar preparar em casa.
Os franceses usam a palavra "fond" (fundo ou base) para chamar os caldos. Segundo eles, os caldos são a a base de uma receita, conferindo o seu sabor de "fundo". Entenderam? Sem contar que os caldos prontos contém muito sal (diga-se, sódio), fazendo mal à saúde. Blá, blá, blá. Eu achei que fosse muita frescura, e também muito trabalho para uma coisa que se encontra pronta, mas resolvi experimentar. Eram tantos legumes sobrando que foi irresistível. Vamos ver se de fato faz toda a diferença que dizem fazer um caldo feito em casa. Depois eu conto. Mas a verdade é que senti falta quando preparei o Steak Dijonnaise - que ficou com um pouquinho de gosto de caldo pronto. Imaginem que desperdício. 

Caldo de Legumes
4 litros de água
1 talo de salsão
1 pimentão vermelho
2 cenouras
2 cebolas inteiras
1 bouquet garni
2 folhas de louro
5 grãos de pimenta do reino

Esta receita é, sobretudo, uma técnica de culinária, uma vez que o caldo de legumes tem alguns elementos básicos, mas pode variar conforme o gosto do freguês. Você escolhe os legumes que quer colocar no seu caldo e pronto. Tomates, cebolas, alho poró, cenoura, salsão... e ainda quais ervas. O importante é escolher a maior panela que tiver disponível em casa, colocar muita água dentro, os legumes picados gorsseiramente, pimenta, as ervas que escolher amarradas em bouquet, pimenta do reino e deixar cozinhar tampado em fogo baixo por pelo menos 2 horas.
Passadas estas duas horas, você deve separar o bouquet de ervas, descartar e peneiras os legumes. Estes legumes podem ainda ser utilizados, por exemplo em uma sopa. Reduza o caldo ainda mais um pouco, deixe esfriar, e congele. Eu utilizei forminhas de gelo compradas especialmente para caldos. Coloque os cubos em um saco plástico e deixe no freezer. Os cubinhos podem ser usados em até 6 meses. Dilua em 1,5 litros de água cada vez que for utilizar.

sexta-feira, 9 de março de 2012

Frango Kiev


Esta noite preparei a primeira receita da coleção de livros recém adquirida LE CORDON BLEU - RECEITAS CASEIRAS. Fazia muito tempo que não comia Frango Kiev - esta delícia da culinária light! Juro. Esta receita poderia fazer parte de uma dieta de engorda: quanta manteiga!!! Mas as calorias valeram a pena. Eu, que quase nunca faço fritura de imersão em casa... fiquei totalmente satisfeita por ver que a minha "milanesa" saiu perfeita. Vamos à receita:

Frango Kiev

4 escalopes de peitos de frango
120g de farinha (temperada)
3 ovos
200g de farinha de pão
óleo para fritar

para a manteiga de alho:
150g de manteiga
3 dentes de alho
50g de salsinha picada

Corte um filete bem fino da parte inferior de cada escalope de frango. Pressione-o sobre uma folha de papel manteiga com o fundo de uma frigideira e leve para a geladeira. estes filetes serão usados na parte final do preparo. Prepare a manteiga de alho. Bata a manteiga na temperatura ambiente. Adicione o alho e a  salsinha, sal e pimenta e misture até incorporar. Disponha a manteiga sobre uma folha de papel manteiga, enrole-o e leve à geladeira até que volte a ficar firme. 
Usando uma faca bem afiada, faça um corte na parte superior de cada escalope. Abra uma bolsa no interior da carne, abrindo espaço para colocar a manteiga. Coloque uma fatia de manteiga em cada escalope. Cubra a abertura com os filetes de frango cortados no início para que a manteiga não escorra (caso seja necessário use um palito). Coloque a farinha temperada com sal e pimenta do reino, os ovos levemente batidos e a farinha de pão em 3 pratos distintos. Passe cada escalope pela farinha, pelos ovos e então pela farinha de pão. Passe novamente pelos ovos e pela farinha de pão.
Pré-aqueça o forno a 200C. Coloque óleo suficiente em uma frigideira para cobrir a metade de um escalope. Aqueça o óleo (fazendo o teste do palito de fósforo para saber se está pronto) e frite cada escalope por aproximadamente 6 minutos de cada lado. Leve ao forno até que fiquem crocantes. Sirva com uma salada leve!

quinta-feira, 8 de março de 2012

Risoto Primavera


Nesta semana fiz uma belíssima aquisição graças à Bruna, do blog Gourmandisme: um livro sobre Facas e Cortes. E foi assim que descobri que estava sendo muito negligente com as lindas facas que meu marido me deu ano passado! Um absurdo. Desde as primeiras páginas do livro comecei a implementar mudanças na minha cozinha: fiz bainhas para as facas com papel cartão, comecei a lavá-las e secá-las eu mesma, providenciei uma amiga para me ensinar como afiá-las pessoalmente (fiquei com medo de seguir as instruções do livro sem supervisão!)... e ainda testei algumas técnicas para cortes. Foi engraçado. Como a primeira parte do livro é sobre legumes... eu piquei tantos legumes que a solução foi preparar este Risoto Primavera. E olha que ainda sobraram muitos cubinhos! Vamos à receita. Bruna, obrigada pelos livros, estou aprendendo muito! As minhas facas e bainhas estão no fundo da foto.

Risoto Primavera

2 xícaras de arroz arbóreo
1 xícara de legumes variados 
(pimentões vermelho e amarelo, cenoura, abobrinha e ervilha)
1 cebola
3 colheres (sopa) de azeite
1/2 xícara de vinho branco
Caldo de legumes
2 colheres (sopa) de salsinha
2 colheres (sopa) de parmesão
Sal e pimenta do reino

Doure metade da cebola em um fio de azeite. Acrescente os legumes, cortados em cubinhos (brunoise) e refogue até que fiquem macios. Reserve. Doure o restante da cebola na panela em que for preparar o risoto. Acrescente o arroz e refogue-o por alguns minutos. Junte o vinho branco, mexendo sempre, até evaporar o alcool. Vá acrescentando conchas do caldo, uma de cada vez, mexendo sempre. Após 10 minutos aproximadamente, acrescente os legumes refogados. Continue o procedimento até que o risoto esteja al dente. Desligue o fogo, acrescente o azeite, o queijo parmesão e a salsinha. Tampe a panela e deixe o risoto secar. Sirva imediatamente.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Steak Dijonnaise


Sim. É uma loucura tentar reproduzir uma receita do blog Com uma Pitada de Açúcar da Stefânia Barreto  (simplesmente perfeito) e ainda fotografar e postar, mas eu não resisti! Foi amor a primeira vista. Não ficou tão bonito quanto o dela, é claro, e provavelmente nem tão gostoso. Mas eu não podia deixar de incluir e dar os créditos. Afinal, é nestas horas que eu me dou conta do quanto vale a pena escrever um blog de culinária: quando outros blogs me inspiram. E este é sempre o caso do Com uma Pitada de Açúcar. Não vou nem colocar a receita. Somente um link para a dela. Convido todos a irem lá dar uma espiadinha! Obrigada, Stefânia. Seu presente foi também um presente para mim.




terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Frango ao Curry Crocante




Nesta sexta-feira resolvi, finalmente, abrir um presente já antigo que ganhei de uma amiga. Eu havia encontrado este Mango Chutney no Santa Luzia há algumas semana, tinha castanhas em casa... Perfeito! E foi assim que descobri que um bom curry faz toda a diferença: sabor, aroma, cor. Impressionante. Procurei e encontrei milhares de receitas de frango ao curry na internet. Fiz uma mistura, vasculhei o meu baú de lembranças, e eis a adaptação. Ficou tão gostoso que tive que levar "os restinhos"em uma bandeja para o meu marido. E a foto. A foto foi dos restinhos mesmo! 

Frango ao Curry Crocante

500g de peito de frango
1 colher (sopa) de óleo de canola
1 cebola picadinha
2 dentes de alho amassados
1 lata de tomates pelados
1/2 xícara de vinho branco
1 xícara de leite de coco
200ml de iogurte
1 colher (sopa) de curry
2 colheres (sopa) de castanhas moídas
Salsinha
Sal 

Corte o frango em cubos médios. Aqueça o óleo de canola em uma frigideira média. Frite os cubos de frango até ficarem dourados. Reserve. Refogue na mesma frigideira a cebola e o alho até dourarem. Junte o cubos de frango e misture para que tomem gosto. Verta a mistura em uma panela média.
Junte os tomates pelados (cortados em pedaços e separados da parte líquida), o vinho branco e o leite de coco. Tempere com o curry, misturando bem. Cozinhe por pelo menos 20 minutos. Por fim acrescente o iogurte, a salsinha e acerte o sal. Sirva com arroz branco (se encontrar de Jasmim, melhor ainda!), Mango Chutney, rodelas de banana e salpique com as castanhas moídas (que também podem ser substituídas por amendoim).

Paula, querida, obrigada pelo tempero. Adoramos! A próxima receita será um peixe com molho curry que eu já encontrei que parece delicioso!

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Molho de Blueberries para mais um Magret de Canard



Como prometido, ontem preparei um jantar especial aqui em casa. Fazia tempo que não fazia nada para o blog... nada para o meu marido. Só durante o jantar é que nos demos conta de que ontem era Valentine's day. Como se precisasse de motivo! Preparei um Magret de Canard - que não é novidade aqui no blog, porém com um molho especial, feito em casa, um Molho de Blueberries, que é a receita de hoje. As dicas para preparar o pato permanecem as mesmas: faça cortes na gordura e muito, mas muito cuidado mesmo, com o cheiro! Acendo velas perfumadas pela casa toda vez que preparo pato. A fotografia abaixo da receita é da minha mesa, posta no final da tarde, quando voltei do trabalho. Não é linda a cor deste jogo americano de linho que eu me dei de presente? Coral. A loja (fica a dica) chama-se Arte na Mesa. 

Molho de Blueberries

250g de blueberries congeladas
100g de açúcar
1 pitada de sal
1 taça de vinho tinto
1/2 taça de água
1 colher (chá) de manteiga

Separe 50g gramas de blueberries e reserve. Processe as blueberries restantes em um processador de alimentos ou liquidificador. Junte as blueberries processadas, o açúcar, o sal, o vinho e a água em uma panela pequena e cozinhe, reduzindo até obter a consistência de molho. Junte a manteiga e as blueberries reservadas. Sirva quente.


terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Às escuras


Este post é só um sinal de vida... para que vocês saibam que sim, eu continuo cozinhando e tirando fotografias... ainda que no escuro. A vida não poderia estar mais complicada... Mas sinto que uma vez passado o Carnaval tudo entrará nos eixos! Aliás... como acontece com o país inteiro! Na foto um Kafta de Cordeiro comprado no Santa Luzia que é uma ótima pedida... em especial se acompanhado por um molhino de iogurte e menta (pode ser em pó) e um tabule. A foto foi tirada na última semana... quando ficamos sem luz durante 30 horas. Dá para acreditar? E para imaginar o meu freezer? Hoje teremos jantar com fotos para o blog. Promessa é dívida.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Creme de Cogumelos Paris


Se tem uma coisa que eu adoro são cogumelos. Mas acabo usando pouco pela dificuldade de encontrá-los a um preço razoável e frescos nos supermercados. Esta semana resolvi experimentar comprar uma pacote de cogumelos congelados da D'Aucy para experimentar... e não é que eles não são nada maus? Primeiro fiz um vol au vent com recheio de cogumelos, depois um molho para carne... e por fim, este creme nada light para o meu almoço de hoje. Com uma obra-pesadelo fora de São Paulo, só me resta otimizar todos os restinhos! E não é que ficou gostoso?

Creme de Cogumelos Paris

2 colheres (sopa) de manteiga
2 colheres (sopa) de farinha branca
100 ml de água
300 ml de leite
1 fio  de azeite
300g de cogumelos Paris congelados
1/2 cebola picadinha
Ervas da Provance (tempero seco)
Sal e Pimenta do Reino

Prepare a base para um molho branco juntando quantidades iguais de farinha e manteiga (choux claro), em fogo baixo, até obter uma massa clara. Junte parte do leite aos poucos, incorporando sempre, até obter um creme grosso. Reserve. Cozinhe alguns cogumelos na água para obter um caldo. Reserve. Refoque em um frigideira grande os cogumelos ainda congelados e a cebola picadinha no azeite até que fiquem bem macios. Os cogumelos vão escurecer e se tornar marrons com o cozimento ou fritura.Verta todos cogumelos e o caldo restante no creme. Vá acrescentando leite até obter a consistência desejada. tempere com ervas da provence, sal e pimenta do reino. Sirva quente.