domingo, 27 de maio de 2012

Croque Monsieur


Fazia muito tempo que eu não acordava o meu marido com um belo café na cama... e eis a oportunidade para o meu primeiro Croque Monsieur. A receita tem muitas variedades... e eu tentei fazer a mais tradicional possível - o que me parece sempre a melhor forma de se começar. Muito fácil de fazer, o truque está no molho béchamel... e na gratinadinha final do queijo Gruyère. Perfeito para um café da manhã enorme... ou um lanchinho.

Croque Monsieur

4 fatias de pão de forma
300g de queijo Gruyère ralado
4 fatias de presunto cozido
4 colheres (sopa) de molho béchamel*
2 colheres (chá) de queijo Parmesão ralado
2 colheres (chá) de manteiga com sal

Pré-aqueça o forno. Passe manteiga nos dois lados de cada fatia de pão. Doure em uma frigideira, fatia a fatia, até que fiquem marrom-douradas. Reserve. Rale todo o queijo em um ralador grosso. Coloque uma colher de molho sobre a fatia e espalhe. Dobre e coloque duas fatias de presunto. Cubra-as com um pouco de queijo Gruyère. Coloque outra fatia, uma colher de molho, mais queijo (rale um pouco de parmesão por cima). Repita a operação. Leve ao forno (baixa temperatura) por aproximadamente 20 minutos. Se tiver um grill, não hesite em usá-lo! 


* o Molho Béchamel é uma receita tradicional francesa (o nosso bom e velho molho branco). É um molho muito versátil, que serve como base para muitos outros molhos. Ele consiste da mistura de partes iguais de manteiga e farinha (roux), cozidas, e uma quantidade de leite quente (muitas vezes temperado), que deve ser acrescido lentamente, para não empelotar.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Costela de Tambaqui


O Tambaqui é um peixe de escamas da Amazônia, isto é, um peixe de rio, que mede cerca de 90cm, e chega a pesar até 45kg. Que peixão! É também um peixe bastante gorduroso (mas calma, Ômega 3 e Ômega 6 não tem problema!) e tem sabor e aroma muito acentuados (para um peixe). Juro que parece um pouco até com carne suína! As costelinhas, preparadas assim na churrasqueira, são consideradas uma iguaria. E quem disse que só de carne vive o churrasqueiro? Nada melhor que a companhia dos nossos vizinhos e amigos gourmet (Livia e Cléo) e um risoto de limão siciliano para acompanhar! Caipirinha, cervejinha... Hummmm! Perfeito! Mais uma receita preparada pelo meu marido! Agora com a churrasqueira... acho que serão muitas!
Par preparar a Costela de Tambaqui acenda a churrasqueira em uma temperatura não muito alta (o meu marido acendeu somente metade da churrasqueira). tempere as costelas com limão, sal e alecrim. Asse sobre uma grelha, envolto em papel alumínio. Retire o papel ao final do preparo para dar "aquela última" tostadinha. Este procedimento garante uma Costelinha de Tambaqui crocante! Sirva com limão (e um risoto de limão siciliano é uma ótima idéia!).


segunda-feira, 21 de maio de 2012

Postagens Favoritas 2a Edição!

Em Julho de 2011, pela primeira vez reuni minhas 16 postagens favoritas em um post no blog. Muito trabalho depois e... finalmente completei 16 novas favoritas! Eis o resultado, especilmente para os leitores que perderam  estes posts no blog. Não foram as mais acessadas! No final do mês o ... de Salto Alto na Cozinha completa 2 anos, e são quase 200 postagens... Dá para acreditar? Já estou pensando na comemoração!

Dica: Aproveitando a massa folhada!




Depois de preparar uma torta como a do post anterior... Ou de preparar qualquer torta com massa folhada, diga-se de passagem, você vai se deparar com as inevitáveis "sobras". Acontece toda vez! O que eu costumo fazer? Corto as sobras em tirinhas e em palitinhos, pincelo com gema de ovo e... zaz! Aí está o resultado. Perfeito para aqueles dias em que vc se dá conta que não tem nenhuma torradinha para receber os amigos. Massa folhada: item obrigatório no freezer da mulher moderna! Para acompanhar, alho assado na churrasqueira e azeite de tomates.

Tarte Tatin de Tomates


Esta Tarte Tatin de Tomates foi uma verdadeira realização. Sério. Eu conto porquê. Toda vez que vou ao Santa Luzia, vejo no balcão de antepastos (e também de algumas comidinhas prontas, maravilhoso) uma certa torta de tomates. Já comprei duas vezes até, achando a coisa mais linda do mundo, e me perguntando... Como? Como eles conseguem estes tomates tão lindos? Não é possível! Pois foi na sexta, passeando pela feira, que me deparei com um "cacho"de tomates holandeses e não tive dúvida: Só podem ser estes. Mistério resolvido. Ficou idêntica! E ainda rendeu um azeite de tomates... delícia.

Tarte Tatin de Tomates

1kg de tomates holandeses
6 ramos de alecrim
6 ramos de tomilho
3 pitadas de sal trufado
1 pitada de pimenta do reino moída
150ml de azeite de oliva
150g de massa folhada

Pré-aqueça o forno a 180 ºC. Coloque os tomates em um refratário fundo, tempre com o sal e a pimenta. Cubra com o azeite e junte os ramos de alecrim e tomilho. Leve ao forno por 90 minutos, abrindo a porta cada meia hora para mudar os tomates de posição (delicadamente para que não se desfaçam). O cheiro é inebriante! Pronto. Você já tem tomates confitados - que podem ser usados, além de no preparo de uma Tarte Tatin de Tomates, como aperitivo, servidos com uma Muzzarela de Búfala, ou mesmo como molho de uma massa delicada. Deixe os tomates arrefecerem completamente e leve à geladeira, juntamente com o azeite, de um dia para o outro. Escorra os tomates com uma peneira. Não descarte o azeite (ele pode ser usado para temperar uma salada ou como um apetitivo). Coloque-os em uma forma pequena, bem "apertadinhos" - como na Foto 2. Abra a massa folhada seguindo as instruções da embalagem. Corte um disco de massa um pouco maior que o recipiente escolhido para os tomates (a massa encolhe quando assada!). Coloque alguns grãos de feijão sobre a massa (para que ela não cresça) e asse em fogo baixo por aproximadamente 15 minutos. Deixe a massa esfriar completamente e, com cuidado, desenforme os tomates sobre ela. Decore com um ramo de tomilho e está pronta!


Foto 1

Foto 2

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Tourte Provençal




Decididamente não consegui seguir a receita fielmente para o preparo desta torta! Muito complicada!!! Chaminé de papel alumínio, inverter a torta como um bolo... Arght! Retirada daquela coleção Cordon Bleu - herdada da Bruna do Gourmandisme, que abriu o meu apetite na mesma hora, acho que a grande diferença foi mesmo a massa folhada que usei. Arosa, linda e maravilhosa, ficou folhada, mas um pouco mais fina do que eu esperava. Tudo bem. O resultado mereceu publicação de todo jeito. Uma torta com inspiração francesa tem que integrar o repertório de toda boa cozinheira! A próxima é a Tarte des Pommes. Urgente!

Tourte Provençal

4 courgettes (abobrinhas)
1 beringela grande
150ml de azeite
1 cebola grande
3 chalotas francesas
(ou cebolas roxas)
2 colheres (sopa) de concentrado de tomate
400g de tomates concassé*
2 dentes de alho amassados
1 pitada de pimenta caiena
2 colheres (sopa) de manjericão fresco
2 ramos de alecrim fresco
400g de massa folhada
2 ovos
125g de creme de leite fresco
100g de queijo gruyère (ou parmesão)
1 pitada de noz moscada
1 ovo levemente batido

Corte as abobrinhas e as beringelas em fatias de até 1 cm. Misture os pedaços com uma colher de chá de sal e deixe descansar por 30 minutos. Lave em água corrente e seque com papel toalha. Aqueça o azeite e refogue a cebola (cortada em meia-luas) durante 3 minutos. Junte a abobrinha e a beringela, um pouco mais de azeite, e salteie po mais 3 minutos. Junte o concentrado de tomate, misturando sempre, mais azeite, os tomates (cortados em cubos, sem semente e sem pele) e o alho. Cubra e cozinhe por 10 minutos. Tempere com sal, pimentas (do reino e caiena) e junte as ervas. Reserve e deixe arrefecer completamente.
Divida a massa folhada (já descongelada conforma as instruções da embalagem) em duas partes. Abra metade da massa e, usando o aro da forma de fundo falso como guia, corte uma rodela. Transfira para um tabuleiro (ou assadeira) e leve à geladeira. Abra com um rolo a massa restante (2mm de espessura) e coloque sobre a forma de fundo removível. Refrigere por 30 minutos enquanto pré-aquece o forno à 200 °C. Bata os ovos (com um fuet) com o creme de leite, o queijo ralado grosso e a noz moscada. Junte a mistura aos vegetais. Encha a caixa de massa com a mistura, cubra com a rodela e pincele com o ovos batido. Corte um orifício redondo no meio da torta (veja a foto) e insira uma chaminé de papel alumínio enrolado - que permitirá o escape dos vapores do cozimento. Refrigere por mais 10 minutos e leve ao forno. A torta está pronta quando apresentar uma crosta dourada (mais ou menos 30 minutos) e, no teste do palito (como aquele feito para bolos), o palito sair totalmente seco. A maneira tradicional de servir é como a de um bolo, invertendo a forma. Eu desobedeci! Servi a torta com a "chaminé" virada para cima... Delícia beeeem quentinha. Nem consegui tirar a parte de baixo da forma!!!!

sábado, 12 de maio de 2012

Camarões ao Açafrão e Arroz Negro


Depois de tantas comemorações do aniversário do meu marido na última semana (às vezes penso que ele é um Indiano...), me dei conta de que não tínhamos feito nada só nós dois... E sexta-feira pareceu a ocasião perfeita para um jantar romântico. Sempre achei que o Arroz Negro fosse um ingrediente difícil de se encontrar... E quando me deparei com uma caixinha da La Pastina, não resisti. Agora só faltava decidir o que preparar para acompanhar (ou seria o contrário???). Decidi-me por comprar meia dúzia de camarões rosas e enormes (na feira com a minha simpática japonesa), e preparar um molho bem delicado com o Açafrão maravilhoso que minha madrinha/tia Lucinha me trouxe recentemente de presente de viagem à Índia. Perfeito. Ficou até com cara de restaurante!

 Arroz Negro
1 e 1/2 xícara de arroz negro
1 cebola pequena
1 colher (sopa) de manteiga
1/2 xícara de vodka
Caldo de camarão
Sal

De acordo com a caixinha da La Pastina (La Pastina sabe tudo!), o arroz negro é originário da China e tem sido cultivado há mais de 4 mil anos. Já foi chamado de "Arroz Proibido" - uma vez que só podia ser consumido pelo Imperador, restando aos seus súditos apenas a sua produção. Um arroz de grão curto e levemente arredondado, com sabor e aroma de castanhas, levemente amanteigado e coloração preta - é também um arroz selvagem e, portanto, bem mais "duro" que o arroz branco comum. O arroz negro tem 20% a mais de proteína, 30% a mais de fibra, menos gordura e menor valor calórico mesmo que o arroz integral. Muito apreciado pelos gourmets e de quebra, tem fama de ser afrodisíaco!

Para preparar o arroz negro, você utilizará um processo intermediário ao do preparo de um risoto e o de um arroz comum. Como o grão é bastante resistente ao cozimento, deixe o arroz de molho por cerca de 2 horas antes de preparar. Reserve a água (preta como piche!) e a Utilize para dissolver o caldo de camarão. Mantenha fervendo. Refogue a cebola picadinha em metade da manteiga. Junte o arroz, selando-o levemente, e acrescente a vodka (ou vinho branco, caso prefira). Deixe evaporar completamente, mexendo sempre. Acrescente duas conchas de caldo (o suficiente para cobrir o arroz) e tampe a panela. Repita este procedimento até que o arroz esteja al dente. Desligue o fogo e junte o restante da manteiga (é ela que dá brilho ao arroz). Deixe a panela fechada para o arroz secar. Verifique o sal. Sirva imediatamente. 

Molho de Açafrão

1/2 cebola roxa picada
1/2 colher (sopa) de manteiga
1 xícara de creme de leite fresco
6 estigmas de açafrão
Sal

Doure a cebola na manteiga. Junte o creme de leite, mexendo sempre, e cozinhe até que o molho ferva e a coloração se torne levemente amarela. Acrescente o açafrão e experimente o sal, mexendo sempre. Para preparar o camarão (que é o último da fila), coloque um pouco de manteiga em uma frigideira grande e disponha os camarões. Tempere com sal e pimenta do reino. Vire os camarões e repita do procedimento. O camarão só deve ser frito levemente. 

Mousse Salgada de Abacate


Mousse Salgada de Abacate

2 1/2 xícaras de abacate em pedaços
1 cebola média em pedaços
2 xícaras de maionese
1 pacote de gelatina incolor
suco de 1/2 limão
1/2 colher (café) de pimenta do reino
1 colher (café) de sal
1 xícara de salsinha

Bata o abacate, a cebola a maionese e o suco de limão no liquidificador. Acrescente a gelatina (preparada conforma as instruções da embalagem) e pulse mais uma vez. Tempere com sal e pimenta e verifique. Acrescente a salsinha, reservando uma parte para decorar. Coloque em uma forma de tubo (daquelas para pudim), untando levemente com óleo ou azeite. Leve à geladeira por pelo menos 4 horas até firmar. Desenforme e sirva com uma salada e um molho vinagrete. Decore com o restante da salsinha. Uma delícia e tão fácil de preparar quanto a Mousse de Atum. Parece uma guacamole! Eu usei o abacate "avocado", que estava lindo e pediu para que eu o levasse para casa, mas você pode também usar o abacate comum.

Caldo de Camarões


Depois de preparar o meu primeiro caldo, o Caldo de Legumes, tomei coragem... e eis o resultado (que está parecendo uma poção dos Ursinhos Gummy neste vidro!). Fui comprar uns camarões na feira para o jantar de sexta-feira - mais uma comemoração do aniversário do meu marido (e não foram poucas), e pedi para limpar os camarões, deixar os rabinhos e separar para mim as cascas e as cabeças. A resposta: - Igual restaurante? Isso mesmo. Eu hoje vou preparar um caldo! O caldo fez toda a diferença no preparo do arroz negro do próximo post... e vou usar para fazer Risoto de Frutos do Mar, Paella... Arroz de Polvo. Enfim. Foram 2 horas que valeram a pena. Vamos a receita!

Caldo de Camarões

6 cabeças e cascas de camarão
2 tomates
2 cebolas
1 maço de folhas de Sálvia
Alguns raminhos de Dill
Lascas de Gengibre
6 grãos de pimenta do reino
Sal

Coloque todos os ingredientes em uma panela grande cheia de água. Cozinhe por 2 horas, mexendo de vez em quando, até reduzir. Coe todos os ingredientes e descarte. Espere o caldo esfriar, coloque em uma forma de gelo e leve ao congelador. O caldo pode ser usado, desta forma, por um período de até 6 meses. Um cubinho ou dois (já que o caldo é bem concentrado) equivalem a um tablete de caldo daqueles prontos. Faz toda a diferença! mais que recomendo!

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Sopa de Abóbora e Gengibre


Aproveitei o friozinho de ontem a noite para fazer a primeira sopa do ano... e que delícia. Já postei a receita de uma sopa de abóbora aqui no blog - mas garanto que o gengibre desta faz toda a diferença. Ficou muito mais leve. Deu até para acompanhar com um pouquinho de bacon! A abóbora que usei foi a Abóbora seca. Fiquei curiosa e fui buscar aprender na internet os diferentes tipos de abóbora existentes no Brasil. Depois da receita uma imagem e uma breve descrição de cada tipo de abóbora. Sabe o que eu descobri também? Que as abóboras são da mesma família do melão e do pepino. Ah... Fez todo o sentido do mundo!

Sopa de Abóbora e Gengibre

1 pedaço grande de abóbora seca
6 fatias de gengibre
1 colher (sopa) de azeite
1 dente de alho amassado
1 xícara de creme de leite fresco
1 colher (sopa) de requeijão
Sal
Pimenta do reino

Coloque a abóbora, cortada em pedaços grandes e com casca, em uma panela de pressão coberta por água. Cozinhe por aproximadamente 40 minutos. Retire a casca. Junte as fatias de gengibre e bata no liquidificador (ou use mixer e obtenha a mesma textura na panela mesmo). Refogue o alho amassado no azeite e acrescente à mistura. Cozinhe por alguns minutos em uma panela grande até borbulhar. Antes de servir misture o creme de leite e o requeijão, misturando bem. Acerte o sal e a pimenta e sirva acompanhado por bacon torradinho ou por alguma erva da sua preferência (tipo salsinha).

Sobre as abóboras: (informações retiradas do site do Dr. Deo Freitas)



ABÓBORA DE PESCOÇO ou ABÓBORA SECA é a mais comum no Brasil e a maior, chegando a pesar até 15kg. É alaranjada, tem textura fibrosa e é mais úmida. Pode ser utilizados em pratos doces, salgados, bolos e massa de pão. Pode ser consumida crua, ralada fina, em saladas. Melhor época de janeiro a outubro.

MINI MORANGA integra um conjunto de espécies híbridas pequenas, com vários formatos e cores, usadas para ornamentar arranjos e enfeites. Também serve de recipiente para porções individuais de receitas diversas. Melhor época: de fevereiro a maio.


PAULISTA na verdade é uma abóbora seca colhida precocemente, idêntica à menina brasileira, só que o seu tamanho não passa de 1,5kg. Também pode ser usada em sopas, refogados e doces variados. Melhor época de julho a setembro.


MORANGA tem o gosto mais delicado e a consistência menos densa. Sua polpa alaranjada é utilizada em refogados e sopas e a sua casca é um ótimo recipiente para sopas ou o conhecido Camarão na Moranga. Melhor época para compra: de fevereiro a maio.


BRASILEIRINHA apresenta uma casca verde e amarela. Pode ser consumida antes de amadurecer, em refogados, quando apresenta uma polpa verde, ou madura, já com o interior alaranjado.


ITALIANA a mais famosa. Pode ser recheada, refogada, grelhada ou consumida em sopas, cruas ou cozida no vapor. Melhor época: de junho a janeiro.


ABOBRINHA-MENINA-BRASILEIRA esta variedade fica ótima em refogados. Melhor época de outubro a julho.


JAPONESA, CABOTIÁ ou CABOTIAN é bem mais consistente e menos úmida, é híbrida da abóbora seca e da moranga e originária do Japão. Esta abóbora tem um sabor delicado, ideal e bastante usada principalmente na preparação de pratos salgados como purês, cremes, recheios e nhoque. Melhor época: de janeiro a novembro.


ABÓBORA DO CAMPO tem o formato de uma pêra imensa, com numerosas sementes. A polpa é alaranjada com sabor mais doce e um requisitado ingrediente para fazer doces, pães e bolos.


ESPAGUETE é também chamada de gília é uma abóbora com um alaranjado mais pálido e que, depois de cozida, a sua polpa se separa como se fosse longos fios de espaguete. Muito usada em pratos salgados.


ABOBRINHA-LIBANESA espécie híbrida que fica saborosa quando recheada, refogada ou cozida no vapor. Melhor época de junho a janeiro.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Panquecas de Ricota, Nozes e Sálvia


Panquecas de Picota, Nozes e Sálvia
(6 panquecas)

(massa)
2 ovos
2 colheres (sopa) de manteiga
1 xícara de leite
1 xícara de farinha
1/2 colher (chá) de fermento
1 pitada de sal

(recheio)
2 xícaras de ricota
1/2 xícara de nozes
1/2 xícara de creme de leite fresco
Sálvia
Sal e pimenta do reino

Coloque os ingredientes da massa no liquidificador e bata até homogeneizar. Esquente uma frigideira (não é preciso untar) e - uma de cada vez, prepare as panquecas usando 2 colheres de sopa da massa para cada uma. Distribua bem a massa pela frigideira. Doure os dois lados da panqueca. Reserve e prepare o recheio. Misture a ricota (amassada no garfo), as nozes (quebradinhas) e a sávia (picada). Tempere com sal e pimenta do reino moída na hora. Acrescente o creme de leite fresco. Recheie as panquecas com a pasta de ricota, faça rolinhos e distribua em uma assadeira. Aqueça no forno por alguns minutos e sirva quente com um pouquinho de manteiga. Mais fácil impossível e uma delícia!

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Crispy Salmon do Gordon Ramsay


Na última semana resolvi - finalmente - investir algumas horinhas no YouTube para ver as receitas do Gordon Ramsay e as do Jamie Oliver. Hummm. Acabei com uma fome incrível! E apaixonada pelo Gordon, claro. Jamie, você é muito bagunceiro para o meu gosto! Preparei a primeira receita neste final de semana com amigos na praia. Sim. Logo para 8 pessoas de uma vez! O Crispy Salmon. Eu adoro salmão, mas nunca tinha mantido a pele deste jeito. É saborosa. Ficou o próprio Salmon Skin. Para acompanhar uma salada quente de batatas. E viva o Gordon Ramsay!

Crispy Salmon

1 lombo de salmão inteiro, com pele
Muito azeite
Alguns raminhos de dill (endro)
Sal marinho

Segure a peça de salmão com uma das mãos, apertando-a um pouco para que fique mais alta. Faça pequenos cortes paralelos no sentido das espinhas do peixe, bem próximos uns dos outros, abrindo assim pequenas bolsas no lombo do peixe. Coloque as pedrinhas de sal e os ramos de dill dentro das bolsas abertas. Aqueça o azeite na frigideira. Coloque o peixe delicadamente no azeite com a pele para baixo. Movimente a frigideira para que o peixe não grude. Observe a lateral do peixe: quando 1/3 da lateral mudar de cor (o salmão fica mais esbranquiçado), vire de lado. Tempere este lado com sal, pimenta e dill. Observe novamente a lateral do peixe. Ele está pronto quando a lateral mudar inteiramente de cor. A sugestão de acompanhamento do Gordon Ramsay é uma salada quente de batatas. É só cozinhar as batatas, descascar, amassar levemente com um garfo... acrescentar salsinha e azeite, muito azeite. Pimenta, sal... Ele sugere carne de siri. Eu simplifiquei e coloquei uns tomatinhos picados. Delícia.



terça-feira, 1 de maio de 2012

Bolo de Chocolate


Este bolo é muito fácil de fazer... e aposto... digno de se tornar o "bolo de chocolate de cabeceira" de todas vocês! Já se tornou o meu: Não é muito doce, macio, e descompromissado. Nem precisa bater, e só suja uma panelinha! Basta deixá-lo sobre uma bancada e zaz! Ele desaparece em dois tempos... Ainda mais com esta calda! Adoro. A receita encontrei no blog Simplesmente Delícia (que, aliás, é uma eterna fonte de inspiração: parabéns Flávia Pantoja!). Eu preparei (juntamente com estes brigadeiros de colher) para comemorar o aniversário da Cintia. O blog está atrasado!!!

(massa)
200g de manteiga sem sal
150g de cacau em pó (peneirado)
250ml de água fria (filtrada)
500g de açúcar
2 ovos grandes
1 copo de iogurte natural (200g)
1 colher (sopa) de baunilha
300g de farinha de trigo
1 colher (chá) de bicarbonato de sódio
1 colher (chá) de canela em pó
1 pitada de sal 

Pré-aqueça o forno a 180ºC. Unte uma forma redonda de furo com manteiga e polvilhe com farinha. Reserve. Em uma panela grande, derreta a manteiga em fogo baixo. Junte o cacau peneirado e misture até diluir. Acrescente então a água, mexendo sempre, tomando o cuidado de não ferver. desligue e retire a panela do fogo. Junte o açúcar, o iogurte e a baunilha de uma vez. Mexa bem até obter um creme homogêneo (cuidado com o iogurte!). Acrescente então a farinha (eu sou a maníaca da peneira, então peneire tudo!), a canela, o bicarbonato e o sal. Entorne na forma e leve imediatamente ao forno. Asse por 45 minutos ao até que o bolo passe no teste do palito (espete o palito: ele deve sair sequinho!). Deixe esfriar fora do forno e desenforme. Passe uma faca nas laterais para garantir que o bolo solte completamente. Prepare a calda (Esta é uma calda que faço sempre de improviso, para comer com sorvete! É a primeira vez que tento calcular as medidas!).
(calda de chocolate)
150ml de leite
100g de chocolate meio amargo (barra)
1 colheres (sopa) de mel
3 colheres (sopa) de açúcar

Junte todos os ingredientes em uma panela e mexa até ferver. Jogue sobre o bolo enquanto estiver ainda quente. Esta calda é bem rala e ótima para cobrir bolos sem deixá-los muito doces! O bolo ficou uma delícia... pura gula!

terça-feira, 24 de abril de 2012

Eggs Benedict


Faz já algum tempo que eu esta com vontade de preparar estes ovos. Li em algum lugar que se você quer agradar alguém muito, mas muito mesmo, levar estes ovos na cama é uma ótima estratégia. Como o meu marido está gripado - e muito, levei estes ovos para ele, só que à noite! O importante é que o efeito foi o mesmo. Para preparar os ovos poché, usei estas dicas aqui. O presunto - para quem não gosta de presunto, como eu, só o Royale da Sadia, que é de outro departamento. Os muffins comprei no Santa Luzia depois de procurar em muitos outros lugares. Não se esqueçam: muffins não se cortam com faca, mas se abrem delicadamente com a ponta do garfo. Perfeito. Só falta a receita do molho!

Eggs Benedict

2 English muffins
4 ovos poché
150g de presunto
4 colheres (sopa) de molho holandaise

Abra os muffins com cuidado, com o auxílio de um garfo. Passe manteiga e reserve. Inicie o preparo do molho.

Molho Holandaise
2 gemas
2 colheres (sopa) de água gelada
100g de manteiga
1 colher (chá) de suco de limão
1 colher (sopa) de creme de leite
1 pitada de sal
1 pitada de pimenta cayena
Salsinha

Prepare uma frigideira ou panela rasa para cozinhar em banho-maria. Em um recipiente resistente ao calor, coloque as gemas e as colheres de água. Leve ao banho-maria. Misture delicadamente até obter um creme clarinho. Acrescente a manteiga (em temperatura ambiente) aos poucos, mexendo sempre, até obter uma consistência espessa. Adicione o limão, o sal e a pimenta, mexendo sempre, e finalize com o creme de leite. Mantenha aquecido até o momento de servir.

Pronto! Agora prepare os ovos poché (se for um especialista, a maneira tradicional leva a resultado mais interessantes!) e toste o English Muffin. Disponha sobre um prato aquecido as duas metades do muffin, duas fatias generosas de presunto, os ovos e uma colher farta de molho. Salpique com pimenta cayena e salsinha. Sirva na cama para o seu amor!





domingo, 22 de abril de 2012

Duo de Lulas Recheadas


Lulas recheadas são uma ótima idéia para a entrada de um almoço/jantar especial, e também para um prato principal caso resolva prepará-las no forno. Costumo fazer em casa as Lulas Recheadas com Shimeji (que continuam reinando absolutas!), mas hoje resolvi experimentar dos novos recheios: Provençal e Camarões. Ainda há um recheio na minha lista: Salmão e Cream Cheese. Mas este fica para outro dia! Acho importante dizer que as lulas (eu as compro na feira) são sofisticadas mas tem um ótimo preço. Foram o meu almoço neste domingo cinzento e com marido gripado!


 Duo de Lulas Recheadas

6 lulas limpas
1 colher (chá) de wasabi
1 colher (sopa) de azeite
2 cebolas pequenas
1 tomate
2 talos de alho poró
100g de camarão limpo
3 colheres (chá) de cream cheese

Inicie o preparo das lulas pelos recheios. 

Provençal: Separe as "perninhas" das lulas. Doure no azeite até que mudem de cor. Reserve e corte em pedaços menores. Na mesma frigideira, refogue no azeite a cebola e os tomates, cortados em cubinos e sem casca e sementes. Junte os tentáculos, coloque um pouco mais de azeite, e misture bem. Tempere com sal e pimenta. Reserve.
Camarão e Alho Poró: Limpe bem os camarões (eu usei camarões pequenos, mas não os Sete Barbas - cuja pesca está proibida nesta época do ano). Doure-os no azeite até que mudem de cor. Corte a parte branca do alho poró em rodelas finas. Refogue no azeite até as rodelas começarem a desmanchar. Junte os camarões, tempere com sal, pimenta e misture bem. Reserve.

Passe um pouco de wasabi na ponta dos dedos e esfregue pelo interior das lulas. Recheie 3 lulas com a ajuda de uma colher de chá com o primeiro recheio. Feche com um palito de dentes. Reserve. Para recehar o restante das lulas inicie com uma colher de crem cheese e proceda da mesma forma. Grelhe as lulas em uma frigideira pré-aquecida e untada com azeite por aproximadamente 5 minutos, virando-as de vez em quando. Sirva imediatamente com o recheio restante e, caso deseje, molho Teryiaki.

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Casquinha de Siri


Estas casquinhas de siri foram a entrada para o jantar descrito no post abaixo (jantar dos afilhados). Ficaram leves e saborosas! A minha inspiração foram as casquinhas preparadas pela minha cunhada Fernanda na última terça feira... que estavam deliciosas - mas com algumas adaptações. Eu não resisto! A apresentação com um pedacinho de limão e as pimentas Biquinho ficaram demais.

Casquinha de Siri

2 colheres (sopa) azeite
2 tomates 
1 cebola grande
500g de carne de siri
1 vidro de leite de coco
1 ciabatta pequena
2 ovos inteiros
3 colheres (sopa) de salsinha
Sal e pimenta do reino
3 colheres (sopa) de farinha de rosca
1 colher (sopa) de queijo parmesão ralado

Corte o pão em pedaços pequenos e deixe de molho no leite de coco. Pique a cebola em pedaços miúdos. Tire a pele e a semente e corte em cubinhos o tomate. Aqueça o azeite, doure a cebola e refogue os tomates. Junte a cerne de siri desfiada (e previamente descongelada) e cozinhe por aproximadamente 5 minutos. Junte o pão e o leite de coco, mexendo até homogeneizar. Acrescente as gemas e as claras batidas em neve, Verifique o tempero e desligue o fogo. Acrescente a salsinha. Coloque o preparado em casquinhas (aquelas conchas de plástico vendidas no supermercado) ou em qualquer recipiente individual que possuam. Polvilhe com farinha de rosca e queijo parmesão ralado. leve ao forno até gratinar. Sirva imediatamente com limão e a pimenta de sua preferência.


quinta-feira, 19 de abril de 2012

Jantar dos afilhados


Hoje recebemos nossos queridos amigos (padrinhos e afilhados!!!!) Chell e Ski para o jantar. Eles estão só de passagem... já que moram em Londres, então eu precisava mesmo caprichar.

Aperitivo: A receita da querida Joy Cury Mayer - o Catupity Gratinado com Alho e Azeite, na foto acima ( e que pretendo repetir muito!) Para preparar o Catupiry Gratinado, coloque um pacote de Catupity (de preferência light) em um recipiente pequeno, e tempere com azeite e alho frito. Leve ao forno para gratinar. Sirva em um rechaud para manter aquecido, com torradinhas finas. Garanto: O maior sucesso! Thanks, Joy! O próximo jantar é o de vocês!

Entrada: Casquinha de Siri (próximo post)

Prato Principal: Atum na Crosta de Panko que preparei outro dia, no almoço com as primas. Como era quinta-feira, tive que comprar o peixe às sete da manhã (antes de ir trabalhar) em uma feira fora do meu bairro. Valeu a pena! O japonês abriu o peixe na minha frente, me mostrou olhos e guelras e ainda, de quebra, me deu umas dicas de cortes. Abaixo, as fotos da finalização do prato - para que vocês vejam o sistema que eu utilizo nos jantares para mais de quatro pessoas!!! Muito divertido.



quarta-feira, 11 de abril de 2012

Salada de Cevadinha


Depois da Páscoa - ainda que nenhum grande exagero tenha sido cometido, sempre bate aquela culpa. O meu supermercado de segunda-feira foi repleto de folhas, legumes, frutas e grãos... E inspirada na salada feita pela Livia Groeninga (Livia, você é quem devia ter um blog!!!), preparei esta. Comprei também trigo e quinoa. Vamos ver como vai a minha criatividade! Ficou gostosa, leve e refrescante, por causa do pesto. Muito boa! Thanks, Livia. No próximo churrasco tentarei fazer a receita da cebola da sua cunha.

Salada de Cevadinha

1 xícara de cevadinha
4 xícaras de água
1 colher (café) de óleo
2 xícaras de manjericão
(1 maço inteiro)
2/3 de xícara de azeite
1 dente de alho
3 colheres (sopa) de queijo parmesão
12 avelãs sem casca
Sal e pimenta


Conforme as instruções contidas no pacote de cevadinha, lave os grãos, separe-os e deixe-os descansar de molho na água por pelo menos 2 horas. Escorra. Coloque-os em uma panela de pressão cobertos por 4 xícaras de água, o óleo e uma pitada de sal. Deixe cozinhar por aproximadamente 20 minutos, até que os grão fiquem macios. Lave os grãos com água gelada e reserve. Prepare o molho pesto em um processador de alimentos ou mortar juntando as folhas de manjericão, o azeite, o alho amassado, o queijo parmesão e as avelãs e misturando bem, até obter um molho. Reserve algumas avelãs e corte-as em pedaços maiores. Junte o molho e a cevadinha, misture bem. Leve à geladeira e sirva acompanhando uma carne ou com folhas, como uma salada.

domingo, 1 de abril de 2012

Ragú de Costela de Vaca


Já faz algum tempo dei início à "Saga dos Ragús". O primeiro deles foi um espécie de teste, o Ragú de Fraldinha - que ficou surpreendentemente gostoso. Eu precisava me preparar psicologicamente para o fazer segundo ragú, o Ragoût de Coelho, mas complicado um pouco. O primeiro servi com um fetuccine, o segundo com polenta. E não é que a vez do Ragú de Costela de Vaca - o mais temido dos ragús, finalmente chegou? A ocasião... o convite dos nossos amigos e afilhados Wolf e Renata para um Gnocchi da Fortuna (ou da Sorte) no último dia 29. Muito divertido! A massa, um gnocchi de mandioquinha, foi preparada pelo Wolf,  e o molho foi preparado por mim. Quando eu tentar fazer em casa este gnocchi, prometo colocar a receita no blog (deve ser em breve!).
O molho demorou tanto para ficar pronto, mas tanto... que tive que levá-lo em vários frascos até a casa dos nossos amigos e terminar o cozimento lá. Imaginem! Acho que foram umas 4 horas! Mas valeu a pena... a costela ficou mesmo desmanchando.

Ragú de Costela de Vaca

3 kg de costela de vaca
1 litro de vinho tinto seco
2 cenouras
8 talos de salsão
2 cebolas
2 colheres (sopa) de azeite
2 colheres (sopa) de farinha
10 mini cebolas
1 bouquet garni
2 latas de tomate pelado
1 litro de caldo de carne
Sal e Pimenta

Coloque as costelas em um recipiente bem grande, cubra-as com o vinho. Junte uma cebola cortada em rodelas grandes e 4 talos de salsão cortados em pedaços grandes, e deixe marinar, coberto com filme plástico, por pelo menos 4 horas. Retire as costelas, reserve o vinho e descarte os vegetais. Aqueça o azeite em um panela bem grande e doure todos os lados das costelas. Cubra-as com a farinha e leve a panela ao forno, destampada, até que a farinha doure. Refogue no azeite as cenouras (cortadas em cubinhos pequenos, ou brunoise, para ser chic), a cebola, e o restante dos talos de salsão, também cortados em brunoise e junte às costelas. Coloque todo o vinho na panela e o bouquet garni e leve ao fogo alto até reduzir o vinho. Junte uma concha de caldo a cada vez que for verificar o cozimento. O processo leva por volta de 4 horas caso você use uma panela comum, e cerca de 1 hora caso use uma panela de pressão (o que eu acabei fazendo ao final). Para finalizar, junte as cebolinhas (cozidas no vapor separadamente) e as latas de tomates pelados. Tempere com sal e pimenta. A costela está pronta quando os ossos se soltarem sozinhos da carne e você conseguir desfiá-la com um garfo.

quarta-feira, 28 de março de 2012

Chuchu Recheado da Vera


Quando eu ouvi pela primeira vez o meu marido pedindo para a mãe dele, a minha sogra Vera, preparar Chuchu para o jantar, logo pensei: isto não pode ser bom! Qual a minha surpresa? Fácil de preparar este chuchu pode acompanhar uma carne ou mesmo ser servido sozinho, como se fosse uma verdadeira iguaria! Acreditem!

Chuchú Recheado da Vera
3 chuchus
1 ovo
2 colheres (sopa) de queijo parmesão ralado
Sal
Pimenta do reino

Em uma panela grande coloque os chuchus com casca e tudo e cubra-os com água. Cozinhe por aproximadamente 40 minutos ou até que fiquem macios. Reserve. Corte  os chuchus ao meio e retire a parte branca e as sementes com o auxílio de uma colher ou boleador, fazendo uma cavidade redonda no maior lado do chuchu. Com a ajuda de um fuet bata levemente o ovo e acrescente o queijo ralado. Distribua a mistura pelos chuchus. Tempere com sal e pimenta. Leve ao forno pré-aquecido por mais 40 minutos. Sirva imediatamente!

terça-feira, 27 de março de 2012

Nuvem de Ovos



Há alguns dias vi no Facebook a fotografia destes ovos. Uma amiga disse que eram receita do Claude Troisgros... e lá fui eu procurar no oráculo... A Nuvem de Ovos, ou Oeuf en Nuage (muito mais chic!) é uma receita tradicional francesa - uma espécie de versão leve para os ovos fritos. Estes franceses adoram mesmo ovos! A receita tem algumas variações. Você pode, por exemplo, acrescentar queijo (parmesão, gruyère, ou qualquer outro da sua preferência) à clara em neve e deixar gratinar. Como foi a minha primeira tentativa, resolvi usar somente os ovos, sal e pimenta. A receita é muito simples, e a apresentação é linda. Impressiona naquele café da manhã que você leva na cama (como foi o meu caso), ou mesmo em um brunch para amigas queridas que você prepare em casa! Eu adorei! 

Oeuf en Nuage

2 ovos separados
1 pitadinha de sal
2 colheres (chá) de manteiga
Pimenta do reino moída na hora
Sal

Separe os ovos e reserve as gemas com cuidado para que não se rompam. Bata as claras em neve, junto com uma pitada de sal, até que formem picos. Sobre uma assadeira previamente untada, coloque as claras em neve com o auxílio de uma colher, uma de cada lado da assadeira, fazendo dois "montinhos" redondos (você pode com o auxílio de uma forma ou cortador deixar os ovos no formato que quiser). Faça uma pequena cavidade para a gema no meio de cada clara. Coloque uma gema sobre cada clara com cuidado. Tempere com sal e pimenta. Leve ao forno por aproximadamente 6 minutos. Caso prefira a gema mais durinha, ligue o grill do forno ou deixe assar por mais 2 minutos. Sirva com uma torrada quentinha e manteiga.


sábado, 17 de março de 2012

Atum na Crosta de Panko

Acho que acabo de fazer a descoberta do século: É a primeira vez que compro Panko - a tão comentada farinha de rosca japonesa. Impressionante. Vale cada grama. Mal posso esperar para preparar um camarão (minhas convidas para o almoço são ambas alérgicas, eis o motivo) empanado nesta farinha! Acho que meu marido vai adorar! O Panko é perfeito para um almoço rápido e sofisticado, como o que eu preparei hoje... Lulas Recheadas como entrada, Atum na Crosta de Panko como prato principal, e Tarte de Peras com Sorvete de Vanilla na sobremesa! Depois é só servir um cafézinho e esperar os elogios. Girls... Love to cook for you! Vamos à receita!

Atum na Crosta de Panko

1 peça de atum inteira
50g de Hondashi
1 ovo
1 colher (sopa) de azeite
1/2 xícara de Panko
Sal e pimenta do reino

Tempere o atum inteiro com o Hondashi, um pouco de sal, e pimenta do reino moída na hora. Passe o atum, levemente, sobre o ovo batido. Cubra a peça com uma camada de Panko. Aqueça o azeite. Coloque o atum empanado sobre na frigideira com cuidado. Sele a carne por alguns minutos, virando a peça até que a crosta esteja dourada por inteiro. Sirva o atum cortado em fatias altas imediatamente, coberto por molho Teryiaki.

Tarte de Peras



Ontem preparei Tortas de Palmito para congelar. A massa de iogurte se torna, a cada dia, a minha favorita! A medida sempre dá certo... Mas acho que por eu estar adquirindo cada vez mais prática ao abrir massas, tive uma enorme sobra. A solução foi preparar esta Torta de Peras Inventada. Perfeita para acompahar um sorvete de creme (Vanilla)...

Tarte Inventada de Peras
6 peras
1 colher (sopa) de azeite
1 punhado de uvas passas
1 xícara de granola
2 colheres (sopa) de açúcar
1/2 xícara de vinho branco

Coloque as peras descascadas (esta é a parte chata!) cobertas por água em uma panela pequena. Cozinhe até que as peras fiquem macias (aproximadamente 15 minutos). Retire da água e corte em fatias finas. Aqueça o azeite. Junte as peras e deixe dourar no azeite. Acrescente a granola, mexa, e enfim, o açúcar e o vinho. Deixe reduzir no fogo e reserve. Recheie a massa somente quando a mistura estiver fria. Pincele com um ovo e leve ao forno por 20 minutos. Sirva quente acompanhada de uma bola de sorvete de creme.

Lulas Recheadas




As Lulas Recheadas já foram um menu aqui no blog. Ainda assim, ficaram tão bonitas hoje como uma entrada para o almoço com as primas (Eleonora e Cathy), que eu resolvi publicar as fotos. Não ficaram lindas? Sem acompanhamento nenhum, como entradas de um almoço, ficaram perfeitas. O segredo é molho Teriyaki - que você pode fazer em grandes quantidades e deixar na geladeira, esperando o próximo peixinho. É só esquentar.


Molho Teryiaki
1 xícara de saquê licoroso
1 xícara de molho shoyo
(não pode ser o light - não funciona!)
3 colheres (sopa) de açúcar
Gengibre ralado
20g de Hondashi

Misture os ingredientes em uma panela pequena. Deixe ferver e desligue o fogo. Repita a operação diversas vezes, até que a mistura alcance o ponto de caramelo. O Molho Tarê (que quer dizer molho em japonês) e - mais propriamente, o molho Teryiaki, pode acompanhar peixes, cogumelos, camarão... É sempre bom ter um pouquinho pronto na geladeira!